Há 15 anos morria Renato Russo e nascia uma lenda do rock brasileiro
Há exatos 15 anos o Brasil chorava a morte de Renato Russo, líder da Legião Urbano e de uma geração de apaixonados por rock. O cantor faleceu em 11 de outubro de 1996 vítima da AIDS, doença que contraiu sete anos antes.
Como criador da Legião Urbana, Renato construiu um legado impressionante. Foram inúmeros sucessos estourando nas rádios durante os quase 14 anos de banda, que também contava com competentes músicos como Marcelo Bonfá e Dado Villa Lobos.
Como exemplo do respeito conquistado, ainda hoje Renato e sua banda recebem homenagens como a prestada pelo Rock in Rio que, em meio ao pop moderno e vibrante, reservou espaço para clássicos como “Será?”, “O Teatro dos Vampiros” e “Tempo Perdido”, cantados pelas vozes de Rogério Flausino, Dinho Ouro Preto, Herbert Vianna, Pitty e Toni Platão.
O amor era tema recorrente nas letras da Legião Urbana, mas também havia espaço para o protesto de “Que país é esse?”, canção lembrada também pelo Capital Inicial no festival e de letra que ainda parece muito atual no cenário brasileiro. Dentre tantas músicas, uma outra marcou tanto que foi parar até nas telas do cinema: “Faroeste Caboclo”. Aliás, a própria vida de Renato Russo daria um filme. E deu. “Somos Tão Jovens”, filme sobre a vida do cantor, chega aos cinemas no ano que vem, sob direção de Antonio Carlos Fontoura.
E se a morte não parou a história de Renato Russo, o país inteiro parou com ela, como mostrou o Jornal Nacional:
Renato Russo não será esquecido, e sua obra nunca foi tão atual.